Como aqui foi anunciado, publicado, revelado, pressagiado, predizido, declarado e quem sabe prometido, anteriormente, decidimos ir à caça. “À caça?“-perguntam vocês. A que me alvitro a responder declaradamente com a seguinte resposta (porque podia responder sem ser com uma resposta): “Sim suas bestas, à caça… ou pensam que o Pai-Natal (rghhh… até tenho pavor de dizer tão desvairada palavra), digo, Umbelino Himeneu Aniceto Robervácio Natal, se encontre por aí numa esquina qualquer (não estão por acaso a pensar que tão respeitado individuo ande “na vida”)”.
Mandámos então um reles subordinado à caça, na ânsia de conseguirmos obter/arrancar uma entrevistazita de tal traste (leia-se Pai-Natal).
Poderíamos então contar que o individuo foi encontrado a fazer “o amor” com a Leopoldina, entre outras badalhoquices, mas preferimos não contar nada. Passemos então à dita cuja entrevista:
The Doctor #02 (tD): Então como vai Sr.Umbelino?
Pai-Natal (pN): Ora bem, estaria muito melhor se estivesse a f**** com a minha Leopoldazinha!
tD: Mas, que vem a ser isto?! É esta a nova imagem que quer dar as criancinhas?
pN: Peço imensa desculpa…
tD: Pois acho bem que peça…Esta cois…, este blog é reconhecido pela sua boa educação. E já que tocamos no assunto: Leopoldina? A sua mulher Popota sabe deste envolvimento? Pois eu acho que não, e penso até, que ela não ia gostar nada de saber, certo Umbelino? Sugiro até que contrate um segurança, para não levar uma carga de porrada.
pN: Vamos lá a ver… ela não pode saber… Ai, eu tenho tanto medo, ai ai…
tD: Pronto, pronto, escusado chegar a tanto, vamos mudar de assunto… Mas para que fique registado, Umbelino, você é um valente merd*s, um mariquinhas…
Portanto, vamos ao que interessa: Umbelino, porquê Pai-Natal? Um passatempo? Não tem mais nada para fazer? Ou é mesmo um idiota chapado? E o nome, precisava de ser tão, vá lá, estúpido?
pN: Ora, como é que eu deverei dizer isto… eu, sou o que se pode chamar, em termos técnicos e também científicos, de idiota chapado.
tD: Isso foi o que disse… Aproveitador!
pN: Pois… a ideia surgiu quando o meu pai me obrigou a entregar a uma prendita a uma jovem com o terço da idade dele. Gostei da ideia, visto que a dita cuja era cá um pedaço de carne, e comecei a distribuir prendas. Mas para meu desencanto, em vez de entregar prendas a jovens boas como o milho, o que me saiu na rifa foram estas criancinhas chatas como a putana…
tD: Portanto, se bem entendi, só faz o que faz porque é tarado, certo?
pN: Não não, nada disso…
tD: Pois, imagino que não. Começo a ter pena das criancinhas depois de saberem que o grande e nobre Pai-Natal não passa de um enorme traste, tarado, asno…
pN: Mas então, asno? Assim começa a ofender-me…
tD: A ofende-lo? Pensavas tu, Robervácio Natal, que eu não ia reparar nessas orelhinhas? Ou deverei dizer orelhonas? (Risos… meus, mas isso não interessa…)
pN: (choro, muito choro)
tD: Oh minha besta tarada, não bastava o Aniceto ser um pusilânime… Mas mostra-se também um chorão… Então mas já vai embora? Então e a entrevista?
Como viram, é impossível ter-se uma entrevista digna, quando nos deparámos com gente deste tipo. E foi o que conseguimos com este idiota, uma coisa parecida com entrevista.
Fico agora à espera de um pedido de desculpas de Umbelino Natal, e na ânsia de ter mais sorte para a próxima…
E assim foi… mas podia não ter sido.
tD#02 2P